"Foi quando eu não pude mais negar as cores do universo, que eu reparei o quanto teu riso me coloria sem esforço algum. Foi exatamente no dia em que eu aprendi a afrouxar o meu humor, que você apareceu enchendo de cócegas a minha apatia pelo mundo. Foi no segundo em que eu mirei os teus olhos, que eu descobri o caminho pra seguir em frente e a insanidade de não olhar pra trás. Foi quando eu te enrosquei no primeiro verso, que eu soube que a saudade matava sim, e tinha dia que a morte era de amor. Foi quando você, sorrateiramente, disse sim e respondeu alguma questão que rondava cotidianamente na minha cabeça, que eu reconheci o amor. Não na leitura de pensamentos, mas na transparência dos olhos. Você sorriu e eu achei que fosse um abraço, você me abraçou e eu descobri de quantos braços era feito o infinito."

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