"Escrevo. E pronto. Escrevo porque preciso. Preciso porque estou
tonto. Ninguém tem nada com isso. Escrevo porque amanhece. E as estrelas
lá no céu lembram letras no papel, quando o poema me anoitece. A aranha
tece teias. O peixe beija e morde o que vê. Eu escrevo apenas. Tem que
ter por quê?"
Paulo Leminski

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